Nova pagina 2

 

 
Nova pagina 2

Principal   

Quem somos   

Últimas notícias   

Eventos   

Notícias da Saúde   

Artigos da Saúde   

Notícias da Enfermagem   

Vestibulares   

Instituições de Ensino   

Cursos e capacitações   

Concursos em Destaque   

Calculadoras   

Links Interessantes   

Terminologias   

Pesquisas e Estudos   

Biblioteca Virtual   

Enfermagem   

Biológicas e da Saúde   

Pós-Graduação   

Idiomas   

Áreas de Atuação   

Conselhos   

Enfer. em Saúde Pública   

Enfermagem do Trabalho   

Artigos   

Monografias   

Teses e Dissertações   

Leis,   
Decretos e Resoluções   

Código de Ética   

 
Nova pagina 2
   | 1 enfermeiros on-line

Concursos!  

  Pesquisas e Estudos
Proteína na saliva de carrapato pode reduzir tumores cancerígenos, aponta estudo


Paula Laboissière*
Agência Brasil

Brasília – Estudo conduzido pelo Instituto Butantan indica que uma proteína presente na saliva do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense) pode reduzir tumores cancerígenos – sobretudo dos tipos melanoma, de pâncreas e renal.

De acordo com a coordenadora do estudo, Ana Maria Tavassi, os pesquisadores buscavam, inicialmente, encontrar capacidade anticoagulante na saliva do animal, mas perceberam que a proteína também agia diretamente nas células.

“Fizemos estudos em células normais e tumorais. A proteína não exercia ação em células normais, mas tinha uma atividade capaz de matar as células tumorais”, explicou.

Após testes in vitro e em animais e com o depósito da patente, o próximo passo, segundo Ana Maria, são os testes pré-clínicos, que vão avaliar a segurança farmacológica da próteína. A previsão é que, em dois anos, a pesquisa tenha o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Para desenvolver um medicamento, normalmente, se leva dez anos – do início dos testes até a fase clínica”, disse. “A gente avançou o máximo que podia avançar até aqui. O Brasil é carente no desenvolvimento de medicamentos, não tem histórico. Há uma dificuldade”, completou.

A pesquisadora lembrou que, no caso específico do câncer de pâncreas, não há tratamento terapêutico para combater a doença. A única chance do paciente, atualmente, é passar por uma cirurgia para a retirada do tumor, desde que ele seja operável.

“Quando você anuncia uma molécula com essa natureza, as pessoas que estão precisando ficam com uma expectativa muito grande, mas é preciso entender que, obrigatoriamente, ela tem que passar por todas essas fases de teste”, concluiu.

*Colaborou Paula de Castro
 

Edição: Rivadavia Severo




 Este conteúdo foi visitado 941 vezes.  

<< Voltar para a página anterior...
Livros - Submarino.com.br
Nova pagina 2

Nova pagina 2
 
 
 


Acompanhe nosso RRS

 

 

 
Nova pagina 2