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  Pesquisas e Estudos
Projeto vai investigar concentrações virais ligadas às mudanças climáticas

Ana Paula Gioia Lourenço

Investigar as possíveis variações nas concentrações virais em função de mudanças climáticas e/ou de práticas no manejo da água em cinco países vulneráveis, para construir modelos hidrológicos que prevejam seus efeitos no fluxo de vírus causadores de doenças entéricas é o que pretende projeto Viroclime, que na última semana de março reuniu pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Hungria, Suécia, Bélgica e Grécia para a apresentação e discussão de resultados, debate sobre as deliberações e andamento dos fluxos de trabalho do projeto. Organizado pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o encontro no Brasil foi realizado no Rio de Janeiro e no Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em Manaus, local em que houve visita dos participantes aos pontos de coleta e certificação das atividades no laboratório. As primeiras reuniões do grupo foram realizadas na Hungria, Suécia e Bélgica.


 

Iniciado em janeiro de 2010, o projeto propõe uma nova abordagem para a gestão de agravos relacionados à água, cujo produto final será a produção do relatório Estudo de Caso de Vigilância dos Cinco Países Ambientalmente Sensíveis. No Brasil, o estudo envolveu coletas de água do Rio Negro, em Manaus, em pontos localizados nos bairros de Ponta Negra, São Raimundo, Educandos e Colônia Oliveira Machado, e contou com o apoio da unidade da Fiocruz em Manaus, parceira nos trabalhos realizados desde 2004.

Segundo o vice-coordenador do projeto, Peter Wyn-Jones, a pesquisa está sendo realizada em locais onde há mudanças ambientais significativas que podem impactar na veiculação de vírus, neste caso, os de veiculação hídrica. O Amazonas foi escolhido pela sua diversidade microbiana e os problemas epidemiológicos que enfrenta. Ele ressaltou a importância de se projetar impactos ambientais para daqui a 15 ou 20 anos, pois possibilita gerir os agravos, neste caso, relacionados a vírus transmitidos pela água. Dentre os participantes do evento estiveram auditores que verificaram como ocorrem as coletas de amostras e análises em laboratório, a fim de se obter uma padronização da metodologia utilizada para a construção de um banco de dados que gerarão os modelos de projeção.
 
A participação da Fiocruz Amazônia
 
A colaboração em pesquisas nesta área teve início em 2004, quando o ILMD/Fiocruz, juntamente com o Instituto Nacional de Pesquisas na Amazônia (Inpa), propôs realizar o projeto Água, que envolvia estudos de insetos aquáticos e microbiota existentes nos igarapés da cidade de manaus. Segundo o pesquisador Sérgio Luz (ILMD/Fiocruz), o ILMD colabora com o projeto Viroclime, a partir da parceria com Instituto Oswaldo Cruz, com os grupos de pesquisa em hepatites e vírus entéricos, por meio dos pesquisadores virologistas José Paulo Gagliardi Leite e Marize Miagostovich, existente desde 2006. O instituto tem apoiado nas coletas de amostras nas águas do Rio Negro, pela equipe formada por Sérgio Luz e pelas pesquisadoras Luciete Almeida e Michele da Silva.
 
 

FIOCRUZ




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